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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Então, no Maes digo…

Confesso que a cada dia fico mais entusiasmado com as linguagens artísticas que estou esperimentando. Parece que o mundo ganha a noção de expansão infinita! E é isso mesmo né!?!

No Museu de Arte do Espírito Santo (MAES), com a intervenção que o Instituto Tamo Junto realizou nas paredes daquele museu, confirmei o quanto a arte do grafite é importante para identidade dos jovens capixabas, pois a cada dia o Espírito Santo cresce nas modalidades de arte urbana em geral. E é interessante notar que o grafite, que é uma linguagem essencialmente urbana, entra numa casa que se firma acadêmica.

Como o pessoal do Tamo Junto gosta daquela tinta! Só quem estava naquele momento podia perceber o quanto é bonito os cortes cuidadosos de Fredoni no papel cartão para se fazer um desenho que vaze sem problemas na parede; a movimentação lenta de Ficore na mistura do latex com o pigmento.

Eu deveria ter brincado mais de massinha quando era pegueno! Não consegui acertar minha mão daquele lapís e muito menos no estilete, e muito muito menos ainda naquela lata de tinta! Sem prática, você não consegue nada meu filho…

Passaram oito horas sem eu perceber e tive que ir embora. Ainda nem perguntei aos que ficaram, que horas que eles sairam de lá. Creio que não foi cedo!

Quem quiser apreciar nossa obra no museu, é só chegar lá até dia 29 de agosto. Ficou muito digno. Como disse o Clésio Junior: um dia poderei dizer aos meus netinhos que teve uns rabiscos meus no Museu de Arte do Espírito Santo.


Então, no Maes digo…

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